As bobagens mais comuns feitas com dinheiro antes dos 30

Carros, aparelhos eletrônicos, baladas, roupas e viagens. Apesar de serem bens e situações cultuadas por pessoas de todas as idades, são os jovens abaixo dos 30 anos os maiores consumidores de tais itens – e, usualmente, com descontrole. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Sindicato do Comércio Varejista de São Paulo, jovens de 16 a 30 anos representam 50% dos consumidores massivos dos shoppings centers.

O principal equívoco dos jovens, quando se trata de suas finanças pessoais, é gastar descontroladamente e não pensar no futuro. Segundo Lucas Radd, Planejador Financeiro Pessoal na empresa WG Finanças Pessoais, a segurança oferecida pelos pais é a maior causa deste descontrole: “Quem nunca antes havia sido remunerado costuma interpretar os primeiros ganhos da forma errada. Muitas vezes ainda vivem com os pais ou têm algum tipo de auxílio financeiro e acabam utilizando 100% dos seus recursos para gastos fora do seu padrão de vida. Vestuário, lazer, viagem, bens de consumo não duráveis e veículos são os principais itens”, explica.

Imaturidade x Inexperiência

Vale salientar ainda que este período da vida é caracterizado por imaturidade e inexperiência com relação às finanças. Segundo Lucas, a questão do imediatismo é mais forte nos jovens: “O tal do “só se vive uma vez” torna-se a regra e não a exceção. Quanto à questão da inexperiência, isso é muito comum, principalmente no Brasil, pela falta de cultura de falar sobre dinheiro e de não haver uma educação financeira nem nas escolas nem em casa. Sendo assim, a maioria dos jovens aprende na prática e, na maioria das vezes, com seus próprios erros”.

Os equívocos econômicos cometidos antes dos 30 podem comprometer o futuro

Além dos gastos exagerados, o descontrole financeiro antes dos 30 pode ser perigoso e se tornar um estilo de vida definitivo, mesmo após tal fase: Isso é um grande problema, pois, o jovem cria para si um padrão que não poderá ser sustentado futuramente caso sua receita não suba de forma acelerada. O fato de a maioria não ter custos de supermercado, habitação, saúde e outros, em vez de ser interpretado como uma possibilidade de fazer reservas é visto como uma espécie de chance única de viver a vida, e é nesse momento que os exageros são cometidos. O pior problema acontece quando deixam de ser pontuais e passa a ser um estilo de vida”, comenta Lucas.

Como consertar as bobagens feitas com o dinheiro? Esses erros são reversíveis?

Lucas afirma que os erros podem ser consertados, porém, é interessante saber que poupar é preciso: “Pelo fato de que os jovens estão em início de carreira e quase sempre com salários menores, o espaço para erros de proporções maiores é limitado. Dessa forma, os erros se tornam boas lições ainda que pudessem ter sido evitados. O importante é frisar que mesmo ganhando menos do que ganharão no futuro, é na idade entre 25 e 30 anos que a maioria das pessoas vai ter a grande chance de poupar para o seu futuro. Poupar entre 30% e 50% dos seus salários costuma ser mais fácil nessa idade”, explica.

Fonte: Yahoo Finanças

Itapeva Multicarteira FIDC

Recebemos vários pedidos solicitando informações sobre o 0800 da Itapeva Multicarteira Fundo de Investimento em Direitos Creditórios Não Padronizado, Itapeva II Multicarteira NP ou simplesmente Itapeva Multicarteira FIDC.

Seguem os números do SAC da empresa: 0800-770-59890800-770-8535

itapeva ii multicarteira np telefone 0800

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6 máximas financeiras que você deve abolir

Quando o assunto é finanças pessoais, o que não falta são ditados populares e crenças passadas de gerações para gerações. Tais máximas estão tão presentes no dia a dia que muitos deixam de pensar sobre elas antes de a seguirem com afinco.

Com ajuda de especialistas, o site Business Insider compilou algumas máximas financeiras que são capazes de causar um grande estrago em suas finanças se não forem repensadas. Veja abaixo quais são elas:

1. “Quanto mais dinheiro ganho, mais serei feliz”
Segundo os especialistas, a primeira máxima a abolir é o pensamento de que a quantidade de dinheiro que você ganha está diretamente relacionada ao que você tem. “Às vezes, pessoas que ganham muito dinheiro também gastam muito. Assim como o salário aumenta, o estilo de vida muda”, disse o Dr. Brad Klontz, autor do livro “Mind Over Money”. “O que importa mais é a forma de como você administra seu dinheiro.”

Além disso, mais dinheiro não significa mais felicidade. Há pesquisas que mostram que a felicidade está mais relacionada ao uso do dinheiro (com o que você o gasta) do que com o ganho, em si.

2. “Meus filhos devem ser minha prioridade financeira”
Como um pai ou mãe exemplar, sua responsabilidade é certificar que seus filhos estão vestidos e alimentados, oferecendo conforto dentro das possibilidades. Porém, de acordo com o site, quando se trata de objetivos financeiros a longo prazo, como poupar dinheiro para a faculdade deles em vez de sua aposentadoria, é preciso repensar.

“Há financiamentos estudantis, além de universidades públicas. Mas não há empréstimos para a aposentadoria”, exemplificou Klontz, acrescentando que a regra também se aplica às coisas materiais que o seu filho pede, mas que você não pode pagar por elas, como roupas de grife ou um carro. “Definir limites quando se trata de finanças faz parte do aprendizado.”

3. “Dívida é sempre ruim”
Claro que ninguém gosta de se endividar. Há dívidas que, a princípio, facilitam a vida de quem as contrai, como o cartão de crédito ou o financiamento de um carro, mas também não é possível generalizar. Segundo Brad, o empréstimo que vale à pena é aquele que há um retorno do investimento. Por exemplo, investir em uma boa educação, em um curso ou ensino superior. “Se você faz um empréstimo estudantil que lhe permite ter uma boa educação e conseguir um emprego que lhe dará um bom salário, então este é um bom investimento”, disse Klontz.

Adquirir um imóvel é outro bom exemplo, já que, geralmente, é possível vendê-lo a um preço mais elevado do que aquele que você comprou.

4. “Eu devo adiar meus objetivos até que tenha condições para adquiri-los ou mantê-los (como ter filhos, casa própria ou voltar a estudar)”
Realizar um sonho depende da sua situação financeira, mas a chave para ele acontecer é planejamento. Segundo Klontz, ter um filho enquanto você aluga uma casa ou não tem um emprego fixo é algo arriscado, mas é preciso se planejar para conquistar cada etapa que foi traçada.

Para isso, o segredo é economizar. O especialista aconselha ter um fundo de emergência, para recorrê-lo assim que algo surpreendente acontecer e não ter de retirar de outras economias (destinadas à compra da casa própria, por exemplo). O caminho é conquistar um objetivo de cada vez, e não deixá-los sempre para depois.

5. “Nunca alugue quando você pode comprar um imóvel”
O sonho da casa própria pode esperar se você não estiver no melhor momento financeiro. O primeiro item a avaliar é a região em que mora. “Você planeja estar na mesma cidade (ou bairro) nos próximos anos? Se não, então adquirir uma casa não é o melhor plano imediato, porque, em geral, é preciso tempo para a propriedade se valorizar.”

6. “O dinheiro é a raiz de todo o mal”
É preciso entender que esse raciocínio pode prejudicar todo seu potencial de crescimento na carreira. “É uma crença limitante”, disse Klontz. Para o especialista, o dinheiro, por si só, não é bom nem ruim – o que você fará com ele é que importa.

“Você, certamente, pode dar exemplos de pessoas ricas e corruptas e dizer que o dinheiro corrompe as pessoas”, ressaltou. “Mas você também pode apontar exemplos de pessoas ricas que utilizam o dinheiro de uma forma positiva, como Bill Gates.”

Klontz lembra que o dinheiro é uma questão de escolha e você pode usá-lo para alcançar seus objetivos.

Fonte: Yahoo Finanças

8 dicas para cortar ‘gorduras’ do orçamento

Será que o seu pacote de telefonia celular é o mais adequado para seu perfil de gastos? Vale a pena continuar pagando a TV por assinatura, se você nunca para em casa? Veja atitudes que podem ter pouco efeito na sua vida prática, mas muito resultado na sua vida financeira.

TV POR ASSINATURA – Se você fica pouco tempo em casa ou acaba vendo só canais abertos, é hora de avaliar se vale a pena mudar de pacote. É interessante, também, verificar se não está pagando muito por um pacote que é mais barato para novos assinantes. Ao pedir a mudança, tenha em mãos os preços da concorrência, que podem servir como argumento.

INTERNET – A tecnologia muda muito rapidamente. Se você contratou o seu plano de internet já há alguns anos, é muito provável que consiga hoje, pelo mesmo valor, um pacote melhor. Além disso, se sua internet tem uma supervelocidade, mas você só usa o computador para entrar nas redes sociais e escrever documentos no Word, é hora de mudar de plano.

TELEFONE CELULAR – Pegue as últimas três contas do telefone celular e analise: o plano contratado é adequado ao seu perfil de uso? Ou você acaba gastando com minutos de ligações extras e envio de SMS que não estão no pacote? Faça um ajuste. Caso a operadora não tenha uma boa oferta, mude de empresa usando a portabilidade (que permite que o consumidor mantenha o número).

TELEFONE FIXO – As grandes empresas de telecomunicações costumam oferecer aos clientes “combos”, pacotes que unem TV por assinatura, internet e telefone fixo. Geralmente o preço do combo representa uma economia em relação à contratação individual desses serviços. Mas a vantagem se perde se você não usa algum deles, como o telefone fixo. Aí é melhor contratar internet e TV separadamente.

CONTA CORRENTE – Esse é um bom momento para cancelar aquela conta corrente antiga, que quase nunca é acessada. Até porque, mesmo sem uso, ela continua acarretando gastos de manutenção. É preciso, porém, fazer o cancelamento de forma oficial: entregar um pedido por escrito, devolver folhas de cheque e cartões e deixar um saldo que seja suficiente para pagar tarifas e compromissos já assumidos.

CARTÃO DE CRÉDITO – Até há pouco tempo, era comum o consumidor ter pelo menos dois cartões na carteira, de administradoras diferentes, porque nem todas as lojas aceitavam as diversas marcas. Hoje, a mesma maquininha recebe cartão de várias operadoras. Assim, fica mais fácil cancelar alguns cartões de crédito, o que resulta em economia com a anuidade.

PACOTE DE TARIFAS – Analise os últimos extratos da sua conta corrente e veja se o pacote pelo qual você paga é o melhor para sua situação. Pode ser interessante cancelar o pacote e optar por usar os serviços essenciais, que todos os bancos devem oferecer e são gratuitos (entre eles estão quatro saques, dois extratos e dez folhas de cheque por mês, por exemplo).

DÍVIDAS – Para evitar os juros, principalmente de cartão de crédito que são os mais altos, é muito importante quitar as dívidas o quanto antes. Tentar uma negociação ou renegociação com o banco ou até a transferência da dívida para outra instituição pode trazer vantagens. Neste caso, o consumidor pode usar a portabilidade, sem custo.

Fonte: Uol Economia

‘Limpe o nome sem pagar a dívida’: veja golpes contra quem tem o nome sujo

“Consultas SPC e Serasa a partir de R$ 10. Regularizamos, legalmente, pendências financeiras”, diz um folheto. “Se você tem restrições em seu nome, ligue e informe-se”, diz outro, grampeado a uma mensagem religiosa.

Uma caminhada pela rua Boa Vista, no centro de São Paulo, pode resultar no recebimento, em mãos, de diversas ofertas desse tipo, feitas por empresas que se dizem especializadas em reabilitação de crédito.

As ofertas se espalham também pela internet. “Limpe seu nome sem pagar a dívida”, diz um site. Outra empresa se oferece para limpar o nome do consumidor sem que ele enfrente burocracia. O serviço pode ser pago com cartão de crédito do próximo consumidor ou de outra pessoa.

Kits vendidos na rede a partir de R$ 15 prometem servir de manual para quem está com o nome sujo e quer sair dessa situação.

Todas essas ofertas têm uma coisa em comum: se referem a serviços desnecessários. Alguns são, também, ilegais.

Consumidor pode descobrir se está com nome sujo sem pagar nada

Quando o consumidor fica inadimplente, é obrigação da empresa para a qual ele está devendo alertá-lo antes de enviar seu nome para os cadastros de proteção ao crédito. Assim, ele terá a chance de quitar a dívida.

Se, mesmo assim, o nome do consumidor for negativado, os próprios serviços de proteção ao crédito mantêm centrais de atendimento em que é possível descobrir se o CPF está com algum tipo de restrição.

Em nenhum dos dois casos ele precisa pagar para obter essa informação (a Serasa Experian até tem um serviço pago, mas ele inclui outros benefícios e é prestado online).

“Não é preciso comprar kits ou pagar para receber esse tipo de informação. É possível ir a qualquer posto de atendimento da Serasa”, diz Maria Zanforlin, supervisora de serviço ao consumidor da Serasa Experian.

O mesmo vale para outros cadastros, como o do Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC), da Boa Vista Serviços, e o SPC Brasil.

“Não é ilícito se propor a ajudar o consumidor a resolver seu problema vendendo para ele um kit com informações que podem ajudar. Mas não é necessário. O consumidor não precisa de intermediários, principalmente remunerados”, diz Fernando Cosenza, diretor de marketing, inovação e sustentabilidade da Boa Vista Serviços.

Limpar o nome sem pagar ou negociar a dívida é golpe

Da mesma forma, não é preciso pagar uma taxa para retirar o nome dos cadastros. Mas é necessário, claro, pagar a dívida ou pelo menos negociá-la para que isso aconteça.

Alguns golpes consistem em dar ao consumidor uma expectativa falsa sobre esse assunto.

Existem escritórios, por exemplo, que se oferecem para negociar a dívida do consumidor com base em argumentos como a cobrança de juros abusivos. O escritório cobra uma taxa (que pode variar de R$ 10 a R$ 150) para dar entrada no questionamento da dívida na Justiça. O juiz acata o pedido e o nome do consumidor é retirado do cadastro de proteção ao crédito.

É comum, porém, que a Justiça, depois de analisar o caso, considere que a dívida estava correta, o que fará com que o nome do cliente volte a ficar sujo. Nessa hora, ele procura o escritório que fez o questionamento e não encontra mais ninguém no telefone ou endereço antigos.

Outra oferta grave prolifera pela internet: empresas que cobram R$ 250 para tirar o nome do consumidor do cadastro por meio de uma alteração direta no banco de dados. As empresas não dizem como fazem a retirada, mas alertam que não dão garantias e trabalham em sigilo absoluto.

“Trata-se de um golpe, porque não é possível limpar o nome sem pagar a dívida legítima”, diz Fernando Cosenza, da Boa Vista. “Ao fim do processo, o consumidor se vê na pior das situações: não deixou de ter a dívida e ainda perdeu o dinheiro que pagou pelo serviço.”

Fonte: Uol Economia

Como os signos lidam com as finanças – Áries (21/03 a 20/04)

Daniel Funes e Sandra Mello criaram a vidente astróloga Xana Brasileira e brincam com as dificuldades de equilibrar a vida financeira, dos juros do cartão de crédito, problemas com agiotas, etc. Hoje, 21/03 estamos entrando no signo de Áries, por isso, veja o que a “vidente” fala sobre como esse signo lida com as finanças:

Atenção: O texto abaixo apresenta linguagem adulta. Não recomendado para menores de 18 anos.

Áries: Metido a besta que só! Quando não tem um puto no bolso fica nervoso, descontrolado mesmo. Acha a vida uma Continuar lendo

5 opções para você investir seu dinheiro

A poupança é um investimento que sempre atraiu muitos investidores por sua segurança, simplicidade e também por não pagar Imposto de Renda. Mas será que isso ocorre porque o investidor não conhece alternativas?

CDB – Não paga taxa de administração, mas paga Imposto de Renda (IR). Busque CDBs que remunerem com ao menos 90% do CDI. Há aplicações que pagam retornos crescentes à medida que o investidor deixa o dinheiro no banco. É possível obter uma rentabilidade interessante a partir de R$ 5.000.

Como o CDB é um empréstimo do investidor ao banco que emite o papel, quanto maior o banco, mais “seguro” o empréstimo. O CDB tem proteção do Fundo Garantidor de Créditos de até R$ 250 mil por CPF e por banco (em caso de quebra da Continuar lendo

Dicas para fazer um bom planejamento financeiro

Maurício Galhardo, sócio-diretor de finanças da Praxi Business, sugere que o consumidor se planeje o mais rápido possível para não passar aperto financeiro. “Começar a fazer controle financeiro é como fazer atividade física: todo mundo sabe que é importante, mas é difícil começar”, diz. “Estabeleça metas e comece a poupar, mesmo que não esteja do jeito que gostaria”, completa. Para o especialista, não importa como esse controle será feito, o importante é fazê-lo. “O ideal é anotar tudo por pelo menos um mês, para ter ideia do quanto é gasto. Depois disso, Continuar lendo

Como fugir da armadilha do rotativo do cartão de crédito?

É preciso tomar muito cuidado para não cair em uma das principais armadilhas financeiras que existem: a bola de neve do crédito rotativo. Um estudo recente comprovou que os juros cobrados no cartão quando se paga apenas o mínimo da fatura são os mais caros do mercado.

O levantamento foi feito pela associação de consumidores Proteste em parceria com a Fundação Getúlio Vargas, a pedido do jornal Valor Econômico. Os juros do rotativo estão em média em 280,82% ao ano. Continuar lendo

Por que investir?

Antes de pensar em investir, você deve se fazer a seguinte pergunta: “Para que vou aplicar meu dinheiro?”

Se você ainda não tiver a resposta, pare e reflita. Ter um objetivo é o primeiro passo para Continuar lendo

Como os signos lidam com as finanças – Peixes (20/02 a 20/03)

Daniel Funes e Sandra Mello criaram a vidente astróloga Xana Brasileira e brincam com as dificuldades de equilibrar a vida financeira, dos juros do cartão de crédito, problemas com agiotas, etc. Hoje, 20/02, estamos entrando no signo de Peixes, por isso, veja o que a “vidente” fala sobre como esse signo lida com as finanças:

Atenção: O texto abaixo apresenta linguagem adulta. Não recomendado para menores de 18 anos.

Peixes: deixe de fazer o tipo “sou especial”, que gosta de doar o tempo para causas nobres, porque no fim do mês você vai Continuar lendo

A importância da segurança financeira

A segurança financeira é um dos principais fatores de felicidade, pois nos confere maior tranquilidade em relação ao futuro. Além disso, uma melhor situação econômica pode ser fundamental para realizar projetos que dependam de mais recursos, como a aquisição da casa própria, a compra de um carro, a educação dos filhos ou até mesmo uma inesquecível viagem de férias.

É claro que sempre é possível recorrer a um financiamento. Porém, este deve ser bem planejado, já que precisará ser pago no futuro, além de escolhido com atenção, pois existem alternativas de diferentes custos.

Mas mesmo quando é necessário se endividar, quem tem uma poupança maior geralmente consegue Continuar lendo

Veja como limpar seu nome e fugir de golpes

É comum encontrar cartazes em postes e em pontos de ônibus das principais regiões metropolitanas do país com o anúncio: “Limpe seu nome sem dificuldades” ou “Tire seu nome do SPC/Serasa”. Logo abaixo, há um telefone para contato e, do outro lado da linha, um atendente informa o valor da taxa para livrar o CPF do interessado da lista de maus pagadores.

Pouca gente sabe, mas limpar o nome não custa nada e é mais rápido do que se imagina. A única maneira de a pessoa, que está com alguma restrição nos órgãos de consulta, tirar o nome da lista é procurar o credor, que pode ser um banco ou um comércio, e pagar a dívida, explica o assessor econômico da Serasa Experian, Carlos Henrique de Almeida.   Continuar lendo

O que é Fundo de Investimento?

Um fundo de investimento é uma comunhão de recursos, captados de pessoas físicas ou jurídicas, com o objetivo de obter ganhos financeiros a partir da aplicação em títulos e valores mobiliários. Um fundo é organizado sob a forma de condomínio, e seu patrimônio é dividido em cotas, cujo valor é calculado diariamente por meio da divisão do patrimônio líquido pelo número de cotas em circulação. Em outras palavras é como Continuar lendo

Inadimplência acumulada no ano tem 1ª queda desde 2000, diz Serasa

A inadimplência do consumidor fechou 2013 com queda de 2%, na comparação com o ano anterior, segundo pesquisa da Serasa Experian , divulgada neste mês. No ano anterior, o indicador havia avançado 15%.

De acordo com a pesquisa, esse é o primeiro recuo nesse tipo de comparação desde o início da sua série histórica, em 2000. Pesaram sobre o desempenho da inadimplência em 2013 os recuos de 9,4% no volume de cheques sem fundo e de 4,8% na falta de pagamentos das dívidas não bancárias (como cartões de crédito, financeiras e lojas em geral). Continuar lendo

Como os signos lidam com as finanças – Aquário (21/01 a 19/02)

Daniel Funes e Sandra Mello criaram a vidente astróloga Xana Brasileira e brincam com as dificuldades de equilibrar a vida financeira, dos juros do cartão de crédito, problemas com agiotas, etc. Hoje, 21/01, estamos entrando no signo de Aquário, por isso, veja o que a “vidente” fala sobre como esse signo lida com as finanças:

Atenção: O texto abaixo apresenta linguagem adulta. Não recomendado para menores de 18 anos.

Aquário: A vida não é um roteiro de novela e credores não são vilões que morrem no final da trama. Portanto, Continuar lendo

Levar dinheiro ou comprar moeda fora são melhores opções, dizem analistas

Viajar para o exterior com moeda estrangeira na bagagem ou trocar o dinheiro no país de destino são as opções mais baratas para os viajantes, segundo analistas financeiros.

Isso porque o governo elevou a alíquota do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) de 0,38% para 6,38% em operações com cartões de débito pré-pagos, cheques de viagem (traveller checks) e saque de moeda estrangeira no mercado externo. Continuar lendo

Os consumidores sabem o valor de suas dívidas?

Pesquisa feita pela Serasa Experian indicou que 25% dos consumidores estão com pelo menos uma despesa em atraso no mês. Desses, 38% admitiram não ter ideia do valor total das contas em atraso e 30% têm uma estimativa aproximada. Entre os inadimplentes, apenas 32% disseram saber o valor exato das dívidas.

A principal razão que levou os consumidores à inadimplência foi o desemprego (41%), seguido pelo descontrole com os gastos domésticos (21%). Continuar lendo

Portabilidade de Crédito

A portabilidade de crédito é uma operação que dá oportunidade ao cliente que fez uma dívida com determinada taxa de juros em um banco, de transferir, gratuitamente, seu crédito para outra instituição que apresente uma oferta mais interessante. Infelizmente, nem todos os brasileiros já ouviram falar sobre essa operação e há um motivo para isso. Apesar de existir desde setembro de 2006, a portabilidade  nunca foi efetivamente estimulada, nem pelo Banco Central, tampouco pelas instituições financeiras. Continuar lendo

Saiba por quanto tempo guardar os comprovantes de pagamento

É comum que as pessoas façam uma faxina nas contas pagas, com a finalidade de diminuir a quantidade de papéis guardados em casa. Porém, o que alguns consumidores desconhecem é que os comprovantes de quitação de contas têm um tempo específico para ficarem guardados.

De acordo com o Fundação Procon-SP (Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor), no caso de serviços públicos ou privados, prestados ao consumidor de forma contínua, como fornecimento de água, luz, telefone, TV por assinatura, escolas e cartão de crédito, o prestador do serviço é obrigado a Continuar lendo

Finanças e negativação do nome (parte II)

Como o prometido ontem, estou postando novas dúvidas frequentes sobre finanças e negativação do nome feitas no Crédito Consciente e também algumas que encontrei na internet.

Pergunta: tive alguns cheques roubados. O banco aceitou o cheque que os ladrões deram, mas não pagou os valores e fiquei com o nome sujo na praça. Agora preciso de financiamento e não consigo. O que eu faço?
Resposta: se enviou o Boletim de Ocorrência em tempo hábil, o banco não poderia ter aceitado os cheques. Se isso não aconteceu, o melhor a se fazer é Continuar lendo

Finanças e negativação do nome (parte I)

Olá, pessoal! Fiz uma pesquisa na internet e selecionei as perguntas mais frequentes a respeito de finanças e negativação do nome. Muitas dessas perguntas, inclusive, foram feitas aqui também no Crédito Consciente.

Pergunta: devo R$ 800 ao banco há cinco anos. Agora que a dívida vai caducar, o banco quer que eu acerte pelo menos R$ 100 com eles para encerrarem o assunto. Só que me avisaram que eu nunca mais poderei abrir conta naquele banco. Isso está certo? Outra dúvida: também ficarei impedido de abrir conta em outros bancos?
Resposta: primeiro, é bom lembrar que dívida não “caduca”. Se uma pessoa Continuar lendo

Situações em que o nome pode ficar sujo

Segundo a Serasa, estas são as situações mais comuns:

a) Se, por qualquer motivo, o cidadão deixar de pagar uma dívida assumida e quem concedeu o crédito protestar o débito em cartório.

b) Se o cidadão emitir um cheque sem fundos e este for devolvido duas vezes pelo Banco, seu nome passa a fazer parte do Cadastro de Emitentes de Cheques sem Fundos (CCF), do Banco Central, que por sua vez o repassa para os Bancos de Dados. Continuar lendo

Crédito é para quem não sabe esperar e planejar

Controlar adequadamente nossos gastos pessoais é muito importante, por isso essas dicas irão ajudar a fazer esse “milagre”. Afinal, sabemos que é difícil fechar o mês sem entrar no cheque especial ou mesmo se autofinanciar através do cartão de crédito.

Muitos não sabem esperar e “precisam” consumir. Para esses o crédito é uma grande armadilha porque Continuar lendo

É vantagem ter a dívida cedida?

É comum a gente escutar a frase: prefiro ser cobrado pelo banco, e não por uma empresa que diz que comprou minha dívida. Mas, na verdade, é muito mais vantajoso para o consumidor quando a dívida é cobrada por uma dessas empresas. Calma, vamos explicar: os juros aplicados por uma empresa de aquisição de crédito são substancialmente menores daqueles praticados no mercado financeiro na concessão de crédito.

Geralmente a taxa de juros bancários é entre 2% e 5% podendo até ser de 11% ao mês, além de outras taxas/impostos, como IOF por exemplo. Mas as empresas de aquisição de crédito, além dos juros serem substancialmente menores, têm a correção composta pelo IGPM. Continuar lendo

A melhor maneira de limpar o nome

É possível aproveitar as dicas de crédito consciente mesmo se estiver endividado. Nesse caso, o primeiro passo é reorganizar-se e começar a liquidar suas dívidas. Não é fácil, mas com um pouco de empenho e organização você verá resultados em pouco tempo.

Se você está negativado, a primeira coisa que você deve fazer é encontrar os “ralos” por onde escoam seu suado dinheiro. Então se sente hoje, desenvolva um plano ou estratégia para evitar gastos desnecessários e mantenha-se focado até estar livre da dívida. Sem dívidas você estará apto a tirar proveito das oportunidades. Continuar lendo

2014 está chegando: você está preparado?

Preparar uma estratégia para o próximo ano é tarefa mais urgente do que nunca. Copa do Mundo e eleições vêm incrementar um contexto de inflação e juros altos. Portanto, faça as perguntas certas e planeje-se!

2014 não será fácil. As notícias são de que a inflação vai persistir, os juros permanecerão altos, continuará sendo complicado contratar mão de obra qualificada, os custos vão crescer ainda mais e será muito difícil crescer de forma acelerada aumentando os preços. Continuar lendo

Uso inteligente do cartão de crédito

Controlar o orçamento doméstico é um desafio. Muitas vezes, o responsável pelas dívidas da família e grande vilão da conta bancária é o cartão de crédito.

O pior problema surge quando o consumidor, por necessidade ou por falta de conhecimento, passa a utilizar o crédito disponibilizado no cartão como se fosse parte de seus rendimentos, atrasando o pagamento ou pagando somente o valor mínimo da fatura de gastos. Uma maneira para o consumidor se proteger é fazer o uso consciente do cartão de crédito, evitando a formação de saldo devedor e o acúmulo  de juros. Continuar lendo

O que é restrição interna?

A restrição cadastral interna é realizada pelas instituições financeiras aos consumidores que deixaram de quitar seus débitos apropriadamente, mas essa restrição não é divulgada às demais empresas. Assim, ela nada mais é do que um impedimento interno para obtenção de mais crédito no mercado financeiro ou obtenção de novos produtos ou serviços, em razão do consumidor ser considerado um “mau pagador”.

Perceba que essa restrição não possui relação com as anotações nos órgãos de restrição ao crédito (SPC, SERASA, etc.), considerando apenas o fato de ter havido quitação em atraso de empréstimos e dívidas anteriormente negociadas, o que impede o consumidor de realizar novas transações, dentre outros benefícios.

Qual a diferença entre restrição interna e SPC

É muito comum as pessoas relacionarem a restrição interna com os órgãos de proteção ao crédito, mas a restrição interna consiste em Continuar lendo

Compulsão por compras

O Natal é esta semana, então nada mais apropriado do que publicar um assunto muito importante para esta época do ano: a compulsão pelas compras.

Muitas pessoas compram por impulso, outras compram por compulsão. O impulso normalmente pode ser controlado e educado. Às vezes basta deixar passar um tempo que o impulso passa.

Já a compulsão é mais difícil, pois é um problema patológico e que precisa de tratamento psicológico e medicamentoso.

A compulsão vem de um círculo vicioso: Ansiedade -> Desejo -> Consumo -> Alívio -> Culpa -> Ansiedade de novo… Continuar lendo

Como resolver a dívida: ação judicial x negociação direta

Você já ouviu o termo “ligante de má-fé”? De acordo com o Artigo 17, inciso II, do Código de Processo Civil, reputa-se litigante de má-fé aquele que altera a verdade dos fatos. Constantemente vimos na internet casos em que o requerente (pessoa que acionou a justiça) foi condenado como litigante de má-fé. Ou seja, o juiz, após verificar o caso, condenou o autor do processo ao pagamento de multa Continuar lendo

Negociação amigável ou indenização por danos morais? Conheça a Súmula 385 do STJ

Inscrição indevida nos órgãos de proteção ao créditoVocê já ouviu falar da Súmula 385 do STJ? Ela é muito relevante para quem está negativado injustamente em órgãos de proteção ao crédito (SPC, Serasa, etc.) e pretende acionar a justiça.

A Súmula 385 diz o seguinte: “Da anotação irregular em cadastro de proteção ao crédito, não cabe indenização por dano moral, quando preexistente legítima inscrição, ressalvando o direito ao cancelamento”.

Isso significa que, aquelas pessoas cujos nomes já se encontram regularmente inscritas em tais cadastros em virtude de outras inadimplências, não podem alegar danos morais causados pela inscrição indevida, uma vez que Continuar lendo

Quebrar um acordo traz ou não traz consequências?

Ontem você entendeu melhor sobre Acordo. Hoje continuaremos com esse assunto para explicar a você o que acontece quando o consumidor quebra o acordo firmado com a empresa credora. Primeiro, é importante esclarecer que acordo é quando você formaliza a sua intenção de pagamento, ou seja, que está de acordo com determinada proposta feita pela empresa que possui o direito sobre o crédito. Assim, a empresa gera o acordo com boleto de pagamento (ou outras opções) para regularização da dívida.

Mas e se por algum motivo você não pagar ou quebrar o acordo? Além de perder o desconto que foi concedido, da dívida voltar ao valor original e Continuar lendo

Para mim, é bom fechar um acordo?

Quando o assunto é dívida, tem uma palavrinha que faz todo mundo respirar aliviado, ela se chama acordo. Se você já fez um acordo, significa que formalizou a sua intenção de pagamento, ou seja, que está de acordo com determinada proposta feita pela empresa. Sendo assim, a empresa gera acordo com boleto de pagamento (ou outras opções) para a regularização da dívida.

Entenda quais os benefícios de um acordo:

  • Quando o consumidor paga a primeira parcela do acordo, sua restrição no SPC/SERASA é retirada em até 5 (cinco) dias úteis após a realização desse primeiro pagamento.
  • Com a retirada da restrição no SPC/SERASA, o consumidor já melhora seu Score de crédito* no mercado. Continuar lendo

Quando a dívida é cedida os juros ficam maiores ou menores? Entenda!

Você sabe como funciona a sistemática de cobrança e de negociação quando a dívida é cedida para outra empresa? O novo credor informa ao devedor a origem do débito e que, a partir da data da cessão, aquela determinada dívida não mais será negociada com o credor originário (cedente), e sim com o cessionário.

A empresa cessionária deverá informar também o valor atualizado do débito, as formas e as condições de pagamento, esclarecendo os juros e encargos incidentes após a cessão de crédito. Continuar lendo

O que são juros abusivos?

Todo mundo já ouviu falar em juros abusivos. Bom nem todo mundo, mas com certeza você já. Mas se te perguntarem o que é, você sabe explicar? Nem nós, porque não há um conceito único e indiscutível. Mas de maneira geral, juros abusivos são os que colocam o consumidor em desvantagem exagerada. E desvantagem exagerada, segundo o Código de Defesa do Consumidor, ocorre quando o contrato é excessivamente oneroso.

A melhor forma de se prevenir dos juros abusivos é entender todos os custos financeiros (taxas e juros) antes de obter qualquer produto ou serviço. Ou seja, a máxima de que “é melhor prevenir do que remediar” também se aplica quando o assunto é juro. Continuar lendo

Como funcionam os prazos de prescrição das dívidas?

Para entender melhor essa pergunta sobre prescrição, é importante saber que prescrição é a perda do direito de ação, ou seja, trata-se de um instituto que visa regular a perda do direito de se cobrar alguém judicialmente, em razão do decurso de determinado período de tempo. Assim, após transcorrido o prazo prescricional, o nome do devedor não poderá permanecer incluído nos cadastros públicos de proteção ao crédito e o credor não mais poderá Continuar lendo

Conheça quais são os direitos do devedor e do credor

Você já se perguntou quais são os direitos do credor e quais são os direitos do devedor? Eu, como muitos outros consumidores, já me deparei com essa questão.

Vamos primeiro falar do credor, que é quem cobra a dívida. O credor pode exercer o direito de cobrar o débito amigavelmente, ou seja, na esfera extrajudicial, ou judicialmente, através do ajuizamento de ação perante o poder judiciário. O que muita gente não sabe é que na esfera extrajudicial, o credor pode solicitar a inclusão do nome do devedor nos órgãos de proteção ao crédito (SPC e SERASA), bem como enviar cartas (notificações) informando Continuar lendo

Score

Talvez você nunca tenha ouvido falar em Score. Apesar de ser muito relevante para o consumidor, esse termo é pouco divulgado na sociedade. O Score é um cadastro que não mostra somente a inadimplência; é muito mais amplo e talvez seja esse o motivo de todo o cuidado para evitar que os consumidores o conheçam.

Em inglês, a palavra Score tem como um de seus significados, pontuar. Se você não está negativado no SCP ou Serasa e tenta conseguir um financiamento em um banco ou até mesmo fazer um cartão de crédito e não consegue, provavelmente é porque Continuar lendo

A notificação depende da atualização dos dados do consumidor

Hoje vamos falar sobre como funciona a cobrança quando a empresa não consegue notificar o devedor por falta de atualização dos dados cadastrais. Conforme previsto na maioria dos contratos que envolvem direito de consumo, a atualização dos dados pessoais do consumidor tais como: nome, telefone e endereço, são de responsabilidade do próprio consumidor. Dessa forma, quando ocorre a cessão de crédito, ou seja, a dívida do consumidor é comprada por uma empresa, o cedente (empresa que vendeu a dívida) encaminha a Continuar lendo